Crianças exploram emoções com arteterapia

Crianças da Escola Largo da Feira participam em sessões de arteterapia inspiradas pela história “O Novelo de Emoções”. Durante a actividade, trabalharam com lãs, criaram pompons com cores diferentes para dar forma às suas emoções, promovendo o autoconhecimento e a expressão criativa. Esta dinâmica que reforça competências emocionais de forma lúdica e envolvente foi desenvolvida no âmbito das actividades do projecto Quero Ser Mais E9G. 

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O projecto Quero Ser Mais E9G é promovido pela Secretaria de Estado da Juventude e do Desporto, através do Instituto Português do Desporto e Juventude, I.P. e é cofinanciado pelo Pessoas 2030, Portugal 2030 e União Europeia.

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Gabinete de Apoio Psicológico a Crianças e Jovens Vítimas de Violência Doméstica – balanço de 2024

No decorrer do ano de 2024, foram acompanhadas 112 crianças e jovens vítimas de violência doméstica (52,7% raparigas e 47,3% rapazes), correspondendo 44 situações a novos pedidos de ajuda. A faixa etária predominante encontra-se entre os 7 e os 15 anos (62%), considerando-se significativo o aumento de vítimas entre os 3 e os 6 anos (12,5%).

No total foram realizadas 980 consultas de apoio individual, 179 contactos telefónicos e ainda, 137 articulações com entidades parceiras, designadamente, escolas, tribunais, saúde, comissões de protecção de crianças e jovens. Sempre que necessário, as crianças e jovens foram encaminhadas para outras respostas.

82 crianças e jovens (73,2%) deixaram o contexto de violência, isto é, deixaram de coabitar com a pessoa agressora, sendo que esta é maioritariamente do sexo masculino.

O Gabinete de Apoio a Vítimas de Violência Doméstica da CooLabora em números – 2024

Em 2024, o nosso Gabinete de Apoio a Vítimas acompanhou 259 situações de violência doméstica e de género prestando apoio psicológico/emocional, informação jurídica e encaminhamento social. 91,5% das pessoas acompanhadas eram mulheres. No total, foram realizados 1666 atendimentos, o que representa um aumento de 7,8% face ao ano de 2023.

Nas vítimas mulheres continua a predominar a faixa etária entre os 36 e os 55 anos (41,8%), tendo-se registado um aumento de vítimas entre os 18 e os 35 anos (31,2%). Em 38% das situações, as vítimas mulheres estão numa relação de intimidade com a pessoa agressora e em 42,6% a relação já terminou. Todas as situações envolvem violência psicológica; em 71,7% existe violência física e em 19% há violência sexual. 38,8% das vítimas têm menores a cargo e  37,1% mantêm a co-habitação com a pessoa agressora.

Nas vítimas homens, verificam-se variações relativamente ao que vinha sendo habitual nos anos anteriores: aumento da faixa etária entre os 46 e os 65 anos – anteriormente eram maioritariamente jovens, agredidos pelos progenitores/as – agora predomina a violência praticada durante as relações de intimidade ou após estas terminarem, representando 40,9% do total de situações. Em todos os casos foi reportada violência psicológica; em 68,2% existe violência física e houve um aumento de 7% da violência sexual, que representa agora 13,6% do total. Em 59,1% das situações, as vítimas homens mantêm co-habitação com a pessoa agressora e em 22,7% têm filhos/as menores a cargo.

As entidades que constituem a Rede Violência Zero encaminharam 71,4% das situações.

O Gabinete continuará, em 2025, a prestar apoio gratuito e confidencial a todas as vítimas que nos procurem.

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“O Bairro que Sonhamos”

Serão as crianças ouvidas nas tomadas de decisão a nível local? Como é o bairro que as crianças sonham?

A CooLabora no âmbito do projecto Nós Vamos desafiou 3 turmas da Escola Básica dos Penedos Altos para pensarem e apresentarem propostas sobre o bairro dos seus sonhos. Foram já realizados 3 workshops em cada turma e neles as crianças refletiram sobre os seus desejos e necessidades. Realizaram uma caminhada e participaram em grupos de trabalho. Agora o desafio é pintar em telas o bairro que sonhamos.Este projecto é financiado pela Fundação Calouste Gulbenkian, no âmbito do Programa Democracia e Sociedade Civil.

Loja Troca a Tod@s

Com o início do ano, retomamos a apresentação de artesãs/ãos e produtoras/es locais que pertencem à nossa rede Troca a Tod@s.

Lídia Saraiva encontrou no artesanato uma forma de expressão e bem-estar que transcende o simples fazer, criando bonecas, carteiras e amigurumi, transformando tecidos diversos e linhas em peças únicas. O trabalho de Lídia no Lili Artesanato é uma forma de se ligar com os outros e com ela mesma, partilhando experiências e fortalecendo laços na comunidade, num ambiente de colaboração e apoio mútuo, onde cada participante contribui para um ecossistema de criação e bem-estar.

Pode visitar o seu Instagram @lili__artesanato para conhecer as suas criações e descobrir como o artesanato pode ser uma fonte de alegria, terapia e expressão pessoal.

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Nova campanha da CooLabora chama a atenção sobre os nomes das ruas da Covilhã

E se de repente, as ruas da Covilhã tivessem novos nomes e esses nomes fossem de mulheres?

Este exercício hipotético pode agora ser observado em algumas das principais ruas da cidade, todas elas com nomes de homens, mas que nas próximas semanas apresentam um nome alternativo de mulher. Como dizíamos, é apenas um exercício pois não vamos mudar nomes de ruas com dezenas de anos, mas é um exercício que é também de cidadania. Estamos a falar da última campanha do Coolaboratório que reúne cerca de 40 jovens activistas pelos direitos humanos e, neste caso, o direito à igualdade entre mulheres e homens.

A invisibilidade das mulheres manifesta-se de muitas formas e os nomes atribuídos às ruas revelam escolhas políticas que reforçam a hegemonia masculina. Esta campanha lançada pelo grupo de jovens activistas que a CooLabora acolhe serve para nos fazer reflectir.

O Coolaboratório é financiado pelo Programa Catalyst of Change for Just Societies. 

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Visita da Gulbenkian

Em Janeiro contámos com uma visita de acompanhamento da Fundação Calouste Gulbenkian ao projecto Nós Vamos. Sara Caetano visitou o projecto, conversou com membros da parceria e assistiu a uma das oficinas sobre a participação cívica que decorreu na Escola dos Penedos Altos. Este projecto financiado pelo Programa Democracia e Sociedade Civil é promovido pela CooLabora em parceria com a Câmara da Covilhã, o Grupo Recreativo Vitória de Santo António, Liga dos Amigos do Bairro dos Penedos Altos e a Unidade de Investigação em Artes da Universidade da Beira Interior.

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Assembleia Geral da PpDM na CooLabora

A Plataforma Portuguesa para os Direitos das Mulheres realizou a sua última Assembleia Geral na CooLabora. Organizações que trabalham na defesa dos direitos das mulheres e que integram esta plataforma, vieram de várias zonas do país e aqui debateram alguns dos temas que mais as preocupam. Foi também tempo de eleger os novos corpos sociais. Às mulheres que os integram em representação das respectivas ONG membro, votos de um um mandato cheio de conquistas!

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Assembleia Geral da Animar e encontro de trabalho

Com o aproximar do final do ano, é tempo de preparar 2025 e foi isso que fez a Animar. A CASES – Cooperativa António Sérgio para a Economia Social acolheu no dia 6 de Dezembro a última assembleia geral. Para além da discussão sobre o Plano de Actividades para 2025, houve tempo para uma reflexão conjunta sobre questões importantes para esta rede, nomeadamente o estatuto das organizações de desenvolvimento local; empresas sociais e questões fiscais que têm a ver com este sector.

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Moeda social tear em seminário internacional

Participámos no seminário internacional “Comunidades e Economia: o impacto das moedas locais”. Decorreu no dia 11 de Dezembro, em Lisboa, e foi organizado pela Rede DLBC. 

Neste encontro reflectimos sobre o potencial das moedas locais para transformar as comunidades. 

Partilhámos a nossa experiência com a moeda social Tear, do Troca-a-Tod@s, que em 2024 celebra 10 anos de vida, e ouvimos também a experiência da moeda Oli, que está a ser lançada em Lisboa. No encontro tivémos ainda a oportunidade de cruzar a nossa experiência com a de outras moedas, como o Jardim, da Casa da Esquina, em Coimbra e o Mor, da A. Mor de Montemor-o-Novo.

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