Estreia da curta-metragem “ISAURA” promove diálogo intercultural no Tortosendo

No dia 9 de Janeiro, o Auditório da Casa da Vila do Tortosendo encheu para a estreia da curta-metragem “ISAURA – A menina curandeira acredita quem tem cegueira”, de Sandra Ofélia Monteiro, num evento marcado pela celebração da inclusão, da diversidade cultural e do diálogo intercultural.
A sessão contou com forte presença da comunidade cigana do Tortosendo e com as partilhas de Maria Gil, Sandra Monteiro e Marisol Maia, mulheres ciganas com carreiras na área do cinema e teatro, que enriqueceram o debate, desconstruindo estereótipos e promovendo uma narrativa de reconhecimento e dignidade.
O evento terminou com um momento musical protagonizado por membros da Igreja Evangélica de Filadélfia do Tortosendo.

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O projecto Quero Ser Mais E9G é promovido pela Secretaria de Estado da Juventude e do Desporto, através do Instituto Português do Desporto e Juventude, I.P. e é cofinanciado pelo Pessoas 2030, Portugal 2030 e União Europeia.

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Troca a Tod@s é uma experiência que marca

Participei na mais recente feira Troca-a-Tod@s na Covilhã, um evento que acabou por ser muito mais do que uma simples feira. Organizado pela Coolabora e realizado no Jardim Público da cidade, estava previsto decorrer entre as 14h00 e as 19h00, mas a chuva resolveu encurtar a tarde. Ainda assim, essas poucas horas bastaram para me lembrar da força que o espírito comunitário pode ter.
Sempre me fascinou a forma como as pessoas se ligam quando o dinheiro deixa de ser o centro das relações e é precisamente isso que o Troca-a-Tod@s promove. Desde que começou, em 2014, tem vindo a incentivar a solidariedade, a criatividade e a troca local. Em vez de um mercado tradicional, oferece um espaço onde cada pessoa pode trazer o que tem e trocar através de uma moeda simbólica local, chamada tear, um nome que, mais do que remeter para o instrumento de tecelagem, representa a ideia de entrelaçar e tecer comunidade.
O que mais me impressionou foi a diversidade das pessoas presentes. Famílias, estudantes, produtores/as locais e artesãs/os partilhavam o mesmo espaço, entre conversas, risos e trocas de bens e histórias. As oficinas convidavam as crianças a experimentar novas habilidades através de trabalhos manuais e de jogos tradicionais.
Do meu ponto de vista, a feira apagou as fronteiras entre gerações e origens, criando um ambiente onde aprender, partilhar e conviver aconteciam de forma natural. Mesmo quando a chuva nos obrigou a regressar mais cedo a casa, saí dali com a sensação de que algo verdadeiramente valioso tinha sido trocado, não em teares, mas em sorrisos, confiança e ligação humana.

Karolina Maria Rojek (estagiária da Universidade da Baixa Silésia, Polónia)

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Coolaboratório reforça colectivo de activistas

Desde 2021 que o Coolaboratório é já uma referência na cidade da Covilhã no que se refere ao activismo pelos direitos humanos. Constituído por jovens, na sua maioria estudantes da UBI, recompõe-se naturalmente com a partida e chegada de estudantes que começam ou terminam o seu ciclo de estudos nesta cidade. O grupo criou agora um vídeo curto para mobilizar jovens que estão prestes a chegar para o segundo semestre, que partilhamos aqui.

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Crianças a pensar a cidade: um exercício de cidadania activa

Agora é a vez de a Escola do Refúgio pensar a cidade em que vivemos. Por enquanto o exercício é baseado na imaginação e as ideias são fabulosas, mas mal o sol espreite, vamos para a rua fazer um levantamento do que pode contribuir para a qualidade de vida. Porque as vozes das crianças podem criar disrupção que abre novos horizontes sobre viver a cidade.
O projeto CLDS.5G.COVILHÃ, apoiado pelo FSE+, PORTUGAL 2030 e pela União Europeia, tem como entidade coordenadora a Santa Casa da Misericórdia da Covilhã e como entidades parceiras a Beira Serra e a CooLabora.

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Escolas da Covilhã participam em jogo gigante sobre direitos das crianças

Durante o mês de Janeiro, a CooLabora levou a várias escolas a exposição “Crianças no Mundo – Com Direitos”, tendo envolvido crianças e jovens do 1º, 2º e 3º ciclos. Esta exposição tem como objectivo contribuir para o aumento do conhecimento sobre os Direitos da Criança, dando-lhes destaque através de actividades e jogos didácticos. Neste jogo, as crianças são os peões e têm de atravessar um percurso com vários desafios, sendo confrontadas com questões relativas aos direitos das crianças.
A iniciativa integra ainda a exposição “Convenção sobre os Direitos da Criança” produzida pelo Instituto de Apoio à Criança, com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa.

No início do ano, cantamos as janeiras!

O Coro Viés – Vozes em Intervenção e pessoas amigas cantaram as janeiras no dia 9 de Janeiro, ao final da tarde, percorrendo o centro da cidade da Covilhã para desejar um bom ano a quem passava! Os textos das canções foram escritos colectivamente a partir de inquietações sobre a cidade, o país e o mundo.
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Somos o Coro Viés
Somos o Coro Viés
Desejamos para o novo ano
Que possas ser como és!
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No novo ano, ó amiga
No novo ano, ó amiga
Que só haja bombas de sementes
E a única arma a cantiga.
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Os ensaios acontecem às 2ª feiras, às 18h30, e são abertos a toda a gente. Basta aparecer!
No âmbito do projecto “Cá se Fazem, Cá se Cantam” – Centro 2030, Inclusão pela Cultura (CENTRO2030-FSE+-02589200)

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Dados do Gabinete de Apoio a Vítimas de Violência Doméstica – 2025

Em 2025, o Gabinete de Apoio a Vítimas de Violência Doméstica da CooLabora apoiou 117 novas situações nas vertentes de apoio psicológico/emocional, informação jurídica e encaminhamento social, o que representa um aumento de 7,3% comparativamente a 2024. 71,2% das situações foram encaminhadas pelas entidades da Rede Violência Zero.
Neste período, manteve-se o acompanhamento continuado a 147 vítimas de anos anteriores. Pelo que, no total, foram apoiadas 264 pessoas vítimas, registando-se 1005 atendimentos presenciais e 835 atendimentos não presenciais.
Relativamente ao perfil sócio-demográfico destas: 90,5% são do sexo feminino; nas vítimas mulheres predomina a faixa etária dos 36 aos 55 anos; em 34,7% dos casos têm filhos/as menores a cargo; em 33,5% das situações estão numa relação de intimidade com a pessoa agressora e em 42,7% as pessoas agressoras são ex-companheiros/cônjuges/namorados. Em 72,8% das situações, as vítimas mulheres sofrem violência física agregada a outras formas de violência; a violência psicológica está presente em todos os casos; e registou-se um aumento de 3,2% de situações em que existe violência sexual, que foi reportada em 22,2% das relações abusivas.
Nas vítimas homens predomina a faixa etária dos 46 aos 65 anos com 36% dos casos; e os idosos que são 24% das situações; em 36% das situações, as vítimas homens estão numa relação de intimidade com a pessoa agressora, o que representa um aumento de 13,3% relativamente a 2024. Em 40% das situações existe violência física, agregada a outras formas de violência; em todos os casos verifica-se violência psicológica e em 12% existe violência sexual.

Retirada do Estado da Cases – Cooperativa António Sérgio para a Economia Social

Continuam a somar-se vozes de organizações da sociedade civil e de partidos políticos que contestam a retirada do Estado da CASES que pode ditar o colapso desta instituição. A CooLabora integra o grupo que reune já mais de 200 organizações e de 1500 pessoas que subscrevem uma Carta Aberta dirigida ao governo.O endereço do site que reune toda a informação e onde é possível subscrever este documento está aqui:

https://carta-aberta–retirada-do-estado-da-cases.webnode.pt/

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Tomada de Posse | Conselho Municipal de Segurança

Esta semana tomámos posse no Conselho Municipal de Segurança para o quadriénio 2026-2029. A sessão decorreu no Auditório do Centro de Inovação Empresarial da Covilhã. O Conselho Municipal de Segurança é composto pelo Presidente da Câmara Municipal, pelo Presidente da Assembleia Municipal; Vereador com o pelouro da Segurança; Presidentes das Juntas e Uniões de Freguesia; Protecção Civil; Ministério Público, PSP, GNR, CooLabora, Bombeiros Voluntários da Covilhã, representante das Escolas, das IPSSs, das Associações Desportivas e Associação Empresarial.

Fonte: @CMCovilhã

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CooLabora no Conselho Consultivo da CIG – Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género

A CooLabora passou a integrar o Conselho Consultivo da CIG – secção das Organizações Não Governamentais. Se antes já estava presente com a categoria de organização observadora, agora passa a ser membro de pleno direito.
O Conselho Consultivo é um órgão de consulta da CIG em matéria de concepção, implementação e avaliação das políticas públicas de educação para a cidadania e de promoção e defesa da igualdade de género.
A nossa participação será especialmente importante porque assumimos a perspectiva específica de uma organização da sociedade civil, vinda de uma região de baixa densidade, membro da Rede Nacional de Apoio a Vítimas de Violência Doméstica e de Género e com uma intervenção de cariz comunitário no âmbito da igualdade e do combate à violência.

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