O croché e a arte urbana encontram-se

No dia 6 de Maio, o nosso encontro regular de croché recebeu o WOOL – Festival de Arte Urbana da Covilhã. Estamos já a participar na sua acção artística comunitária — A Nossa Casa —, a ser apresentada ao público em Junho.

Junta-te a nós todas as 4.ª feiras às 18h30! Toda a gente é bem-vinda, desde principiantes até profissionais do croché. Temos o material e boa disposição!

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Abril Rueiro – Celebrar a Constituição nas ruas do Paul

Na noite de 24 de Abril, a Casa do Povo do Paul dinamizou um percurso poético cantado para celebrar os 50 anos da Constituição da República Portuguesa. Em cada local de paragem, a leitura de artigos e princípios considerados fulcrais à democracia na região foi acompanhada de canções e poesia que reforçam o poder da comunidade e os seus direitos fundamentais. O espaço público foi ocupado pelas Adufeiras do Paul, pelo Coro Viés, por crianças da escola primária local e por muita gente que caminhou pela liberdade.
O Coro Viés é apoiado no âmbito do projecto “Cá se Fazem, Cá se Cantam” – Centro 2030, Inclusão pela Cultura (CENTRO2030-FSE+-02589200).

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Transparência nas Organizações de Economia Social

A CooLabora participou no comité de transparência deste projecto da Universidade Católica que aposta na criação de práticas de prestação de contas mais transparentes, que contribuem para reforçar a legitimidade da acção das organizações e tornar mais visíveis os impactos do seu trabalho.
A ferramenta de autodiagnóstico que ajuda as organizações a fazerem o processo de reflexão está aqui:

https://www.ucp.pt/pt-pt/transparenciaeconomiasocial/mecanismo-de-autodiagnostico

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Outras Economias: Aprender Fazendo

“Qual a relação entre as Outras Economias e a educação, a pedagogia e a aprendizagem?” Foi este o tema que juntou à conversa Ana Dubeux, da Universidade Federal Rural de Pernambuco, Carolina Leão, do Movimento Democrático de Mulheres, e Graça Rojão, da CooLabora. Foi uma iniciativa do CIDAC que pode aceder através do link:

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Animação na Feira Troca a Tod@s

Promover os produtos locais e dar visibilidade aos produtores e às produtoras da região é o coração da Feira Troca a Tod@s. Apesar da chuva, o evento foi palco a duas expressões fundamentais da cultura: a música e a dança.
O programa musical destacou-se pela sua diversidade e qualidade. Para além do Palco CriaTivo — uma colaboração entre a CooLabora, o CRIA e a Companhia Club — que contou com três DJs, assistiu-se a uma actuação marcante das Vozes do CAI, com temas evocativos do 25 de Abril. O Coro Viés trouxe interpretações centradas na liberdade, na resistência e na luta pela igualdade de direitos. O Grupo de Bombos do Tortosendo marcou presença com uma arruada que reforçou o ambiente festivo.
As Danças do Paul reuniram participantes e visitantes, animando a feira e contribuindo para o envolvimento colectivo, fortalecendo o espírito comunitário, incentivando o convívio entre gerações e valorizando as tradições locais.
Mais do que produtos, a Feira Troca a Tod@s tem mostrado que é uma feira festa das PESSOAS!

Feira Troca a Tod@s

Não há receita para a intervenção social ou dinamização cultural, contudo a Feira Troca a Tod@s tem demonstrado ter os ingredientes perfeitos para mobilizar pessoas.
No passado, dia da Liberdade, mais de 100 pessoas passaram pelo Jardim Público da Covilhã, para cantar, dançar, cozinhar, vender, comprar, mas sobretudo para celebrar – não só o que foi adquirido após 25 de Abril de 1974, como os produtos e produtores e produtoras locais.
A chuva, que afugentou algumas pessoas, pareceu reforçar o sentido de comunidade de outras, pelo que foram inúmeras as trocas feitas – de conhecimentos e experiências, de livros, de roupa, de doces e até de feijocas!
É com orgulho que a CooLabora organiza e dinamiza esta iniciativa que se tem demonstrado cada vez mais integrada e valorizada pela comunidade e, por isso, tem recebido cada vez mais inscrições, visitantes e entidades parceiras nomeadamente Casa do Sal da Figueira da Foz, Casa do Povo do Paul, CRIA – Associação para a Comunicação Criativa, Livraria Tertúlia, Vozes do CAI, Movimenta a Vila, e Município da Covilhã.
Viva a Liberdade & Viva a Feira Troca a Tod@s

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Partilhar é violar

A campanha Partilhar é Violar foi a última iniciativa do Coolaboratório. Preparada durante várias semanas por este colectivo de jovens activistas, procurou chamar a atenção para o uso das redes sociais como arma de agressão sexual. Um conjunto de autocolantes com QR Codes, textos e imagens que poderiam levar a acreditar que, usando o QR code, poder-se-ia ter acesso a imagens ou informações violadoras do direito à privacidade, as pessoas que acediam, encontravam antes, notícias que denunciam este problema grave. Espalhados pela cidade da Covilhã, os autocolantes deram já origem a mais de um milhar de visualizações.
O projecto Coolaboratório é financiado pela Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género.

Oficinas de entreajuda com sobreviventes de violência doméstica

Têm decorrido na CooLabora oficinas criativas com mulheres sobreviventes de violência doméstica, num espaço de partilha, expressão e entreajuda. Através da criação de mandalas, do desenho de arquipélagos relacionais e de outras dinâmicas, as participantes reflectem sobre emoções, percursos e redes de apoio.
Estes encontros promovem a confiança, apoio mútuo e fortalecimento pessoal, contribuindo para processos de recuperação.

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Entre aprendizagens e desafios: Até Breve!

Somos a Beatriz e a Mónica, estudantes do 2º ciclo do curso de Psicologia Clínica e da Saúde da UBI.
No âmbito do estágio curricular, conhecemos e integrámos o projecto Quero Ser Mais E9G. Um projecto que tem como propósito ajudar as crianças e os jovens a serem mais e a terem um melhor futuro. Quando iniciamos este estágio deparámo-nos com uma equipa receptiva, pronta para nos acolher e nos ajudar em todo este percurso que foi o nosso primeiro contacto com a prática da psicologia.
Finalizamos esta etapa de coração cheio e com um enorme carinho por todas as crianças e jovens com quem nos cruzamos nestes meses. Aqueles, de quem iniciamos o estágio com receio de nos estranharem, revelaram-se crianças/jovens bastantes carinhosas e abertas à nossa chegada, sempre com um abraço apertado e um sorriso à nossa espera dia após dia.
A toda a equipa e às crianças/jovens, um grande obrigada por esta experiência que nos ensinou tanto e que ficará para sempre guardada na nossa memória.
Com carinho,
Beatriz e Mónica